Trabalhos Aprovados

Complicações e Comorbidades Associadas ao Hipoparatireoidismo em Longo Tempo de Tratamento Convencional: Seguimento em Quatro Centros Terciários na região metropolitana do Rio de Janeiro.



Autor(es): Alencar JM; Reis PRA; Fernandes GM; Santos RJF; Azevedo KO; Braucks GR; Amaral MCAC; Cantoni J; Filho RAC; Soares DV;
Apresentador(a): JAIRO MAROPO DE ALENCAR

O tratamento convencional (TC) proposto para o hipoparatireoidismo (HipoPT), parece não evitar a morbimortalidade desta população, podendo inclusive contribuir para o surgimento de algumas comorbidades, como a doença renal crônica (DRC) e doenças cardiovasculares (DCV). Nosso objetivo foi descrever as complicações e comorbidades observadas em pacientes com HipoPT em TC acompanhados em unidades terciárias de saúde por longo tempo. Estudo observacional, retrospectivo, baseado na análise de dados coletados nos prontuários ao diagnóstico e durante todo o seguimento clínico. Incluídos 84 pacientes (80 mulheres). Dados em mediana (interquartil 25-75): Idade no momento da última avaliação 60,5 (48-65) anos, tempo de doença 9 (5-18) anos. Ao diagnóstico: PTH sérico 4,0 (2,4-9,5) pg/ml, cálcio 7,3 (6,42-8,07) mg/dl. As Principais comorbidades observadas ao longo do seguimento, diagnosticadas após a instalação do HipoPT: Síndrome de Fahr 5,9%, catarata 4,7%, nefrolitíase 4,8%, HAS 50%, DM2 26,1%, Doença Cardiovascular 3,57%. Houve um aumento significativo do índice de massa corpórea (IMC) entre o diagnóstico IMC= 26,9 (24,1-29,3) Kg/m2 e a última avaliação IMC = 27,8 (25,1-30,0) Kg/m2, p<0,05. Quanto ao Estágio da doença renal, 33,3% dos pacientes apresentavam taxa de filtração glomerular (TFG, CKD-EPI) normal (>90ml/min), Estágio II 48,1%, Estágio III 17,2%, Estágio IV 1,6%. Ocorreu piora significativa na função renal entre o diagnóstico TFG = 95 (78-114) ml/min e a última avaliação TFG = 80 (69-97) ml/min, p<0,001. A literatura internacional e principalmente a nacional conta com poucos estudos e dados sobre o seguimento dos pacientes com HipoPT em TC e a frequência de comorbidades e complicações. Nesta amostra observamos que a deterioração da função renal ocorre ao longo do tempo. Além disto, a frequência de DRC estágio III e IV, bem como de DM2 e HAS é maior que na população Brasileira em geral. Maiores estudos são necessários para avaliar a relação destas alterações entre si, com o TC e com alterações no metabolismo cálcio e fósforo ao longo do seguimento.

Palavras-chave: Hipoparatireoidismo; Doença Renal Crônica

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