Trabalhos Aprovados

INFLUÊNCIA DO HIPOTIREOIDISMO GESTACIONAL EXPERIMENTAL SOBRE A SOBREVIVÊNCIA, GRAVIDADE E TEMPERATURA DA PROLE SUBMETIDA A UM MODELO DE SEPSE



Autor(es): CARDOSO, L.R.; Santos PR; Abreu, FF; Menezes, EC; Badaue-Passos DJ Junior; CAVALCANTI, D.B.; PRADO, M.I.O.; Carvalho VCB;
Apresentador(a): LARISSA RODRIGUES CARDOSO

O período de desenvolvimento intrauterino é de fundamental importância para a organogênese fetal e modificações nesse ambiente pode programar as funções fisiológicas in útero e repercurtir na vida pós-natal, como afirma a teoria da programação fetal proposta por Barker. Nesse contexto, é sabido que os hormônios tireoidianos maternos são de fundamental importância para os diversos sistemas orgânicos fetais, inclusive imunológico. Tem aumentado a prevalência de hipotireoidismo gestacional e isso tem sido associada à muitas desordens para a mãe e concepto, afetando inclusive o desenvolvimento do sistema imunológico. Apesar disso, nenhum estudo investigou a influência desse microambiente intrauterino adverso na susceptibilidade da prole à sepse, uma patologia caracterizada por desbalanço na resposta imunológica do hospedeiro ao estímulo infeccioso, de grande acometimento nas UTI’s, com gastos milionários. Dessa forma, o hipotireoidismo gestacional experimental (HGE) foi induzido em camundongos fêmeas do gênero Swiss pela administração de Metimazol 0,02% na água de beber, do 9° dia gestacional até o dia do parto. Para verificar a influência do HGE na responsividade ao estímulo séptico, proles de mães hipotireoideanas (PMH) e eutireoideanas (PME), aos 60 dias pós-natal (DPN), foram submetidas a um modelo de sepse induzida por ligação e perfuração cecal (CLP). Após isso, a sobrevida, temperatura corporal e gravidade do quadro clínico dos animais foram acompanhados ao longo de sete dias. Os dados obtidos foram expressos em média ± E.P.M. A taxa de sobrevivência foi estimada utilizando-se o teste de Kaplan-Meier/LogRank; a temperatura corporal e os escores totais foram submetidos à análise de variância (ANOVA) univariada e pós-teste de Tukey. RESULTADOS: Não houve diferença entre a curva de sobrevida da PME-Sepse e PMH-Sepse (p = 0,66), temperatura corpórea (p = 0,90) e escore clínico (p = 0,66). CONCLUSÃO: O HGE não afeta a taxa de mortalidade, a temperatura corporal e gravidade dos sinais clínicos da prole submetida a um modelo de sepse polimicrobiana.

Palavras-chave: Hipotireoidismo gestacional; Sepse; Camundongo

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