Trabalhos Aprovados

Prevalência e evolução das manifestações inflamatórias da orbitopatia da Doença de Graves



Autor(es): De Genaro M; Celescueckci LG; Galardino BR; Papis IV; Amorim CV; Lira MN; Westphal JVA; Villagelin D; Santos RB; Romaldini JH;
Apresentador(a): Matheus De Genaro

A orbitopatia de Graves é a principal manifestação extra tireoidiana da Doença de Graves (DG). Para avaliação do grau de atividade, utiliza-se um índice clínico chamado Escore de Atividade Clínica (CAS), que inclui: edema palpebral, eritema palpebral, eritema conjuntival, quemose, edema de carúncula, dor ocular espontânea e dor ocular à movimentação, no qual é necessário no mínimo três destes itens para ser considerada ativa.
A pesquisa realizada tem como objetivo avaliar a prevalência durante o diagnostico e segmento de cada um dos parâmetros do CAS, em pacientes com OG tabagistas e não tabagistas. Realizada através de um estudo retrospectivo que envolveu 472 pacientes com diagnostico de DG, no Ambulatório de Endocrinologia do Hospital Maternidade Celso Pierro, onde 212 destes apresentaram a doença.
Foram computadas as incidências de cada um dos parâmetros do CAS desde o primeiro registro, caracterizada no trabalho como Tempo 0 (T0), 6 meses e a cada 1 ano, caracterizados por T6, T12, T24, T36, T42, T48 e T60.
Dentre os 212 pacientes, 129 não eram tabagistas e apresentaram, em T0, edema palpebral como a característica mais prevalente (39%), seguida de hiperemia conjuntival (11%), dor sobre o globo ocular (7%) e, por último, dor ocular à movimentação (3%). Nestes pacientes, a progressão do CAS médio foi em T0 de 1,50 ±1,50, em T6 de 1,34 ±1,44, T12 de 1,14 ±1,2, T24 de 1,02±1,2, T36 de 1,03±1,44, T48 de 0,84 ±1,29,e, em T60, de 0,97 ±1,49. Já, nos 82 pacientes tabagistas, em T0, o edema palpebral foi o acometimento mais prevalente (54%), seguido da dor sobre o globo ocular (18%), hiperemia conjuntiva (14%) e dor ocular à movimentação. Em T60, dor sobre o globo ocular apareceu como a caraterística menos prevalente (4%), precedida por dor ocular à movimentação (5%), hiperemia conjuntival (12%) e o edema palpebral, reduzido à 17% dos pacientes tabagistas. E, neste grupo, a progressão do CAS médio foi em T0 de 1,79±1,67,T6 de 1,86 ±1,59, T12 de 1,73 ±1,38, T24 de 1,4 ±1,7, T36 de 1,24 ±1,21, T48 de 1,56 ±1,38 e em T60, 1,40 ±1,49.
Concluiu-se que a atividade inflamatória nos pacientes tabagistas foi maior em todo seguimento.


Palavras-chave: Orbitopatia de Graves (OG); CAS; Tabagistas

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